sábado, 26 de março de 2011

Sabe aqueles momentos em que sentimos uma dor fina, lá dentro do peito, dor essa que nem sabe-se como é, como vem, e tira a impressão de que tava tudo bem.Dá vontade de grita.

Como se viesse um desejo de chorar e chorar, e nem saber a hora de parar...
Sensação de sonhos desmoronados e castelos de areia engolidos pelas ondas, sentimento de perda e dor, sabor do castigo.
E como se expremesse o peito e lançasse longe a alegria, sentido de vida vazia, sorriso sem graça, 
sabor de rejeição, coração na contra mão.
Não!... mesmo que se tenha idéia do que é sofrer, mas ferida que se abre sem ferir dói, mas sem o sangue a sair!
Sofrer assim não é justo, nem custo da dor ou esperança do amor, dor essa que é fina no peito e desafina o embalo do coração.
Juro que se for para sentir essa dor, sem ter o que sentir, me cede tua luz, e me tira desse escuro.
Os vestígios da esperança que molha o meu olhar, se faz forte, e não sei como vai-me a sorte sair assim, sem os riscos da morte á me rodear.
Sei que dor fina e vazia faz sofrer, mas sem entender o que a dor te traria é sofrer duas vezes, uma por sofrer e outra sem saber. 
Não tem como dizer não, essa dor que seca o coração, faz viver um momento sem razão, leva consigo uma paz que seria a única emoção, essa dor se chama, Desilusão!

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