quarta-feira, 2 de fevereiro de 2011

Eu ainda te amo, mas não posso deixar que esse amor me deprima.
Eu ainda te quero, mas não quero mais te procurar.
Eu ainda penso em você, mas a cada dois pensamentos há um tentando te esquecer.
Querido, essa não é uma carta de desespero, não é uma carta de amor e muito menos, uma carta de declaração. Não quero que penses que eu gosto de te amar. Eu odeio amar você, eu realmente gostaria de te odiar.
Somos pessoas, possuímos sentimentos, erramos, amamos quem não nos merece e talvez até desejássemos certos indivíduos incapazes de nos satisfazerem emocionalmente.
O que será isso? Se eu não quero te amar, por que meus sentimentos ainda persistem em demonstrar que é por tua causa que há o amor?
Será isso realmente o amor?
H.S.M

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